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Blog 12/11/2011Categoria(s):   Comportamento e reflexões  

Diagnóstico: Fibromialgia e agora??

Gostaria de compartilhar com vocês este diagnóstico que recebi em 2002 e por quê? Apesar de ser muito pessoal acredito que eu possa ajudar algumas pessoas que acabaram de receber o mesmo ou há muito tempo e estão naquele processo “E agora, como vou conviver com isso?”. Posso garantir que não é o fim e sim o reinicio, uma nova forma de encarar o seu dia a dia e acreditem, com grande sucesso.

Não vou mencionar a lista de sintomas, para não influenciar os amigos que estão lendo. Para não ser igual quando estamos tendo aula na Faculdade de Psicologia estudando os distúrbios mentais e começamos a identificar alguns sintomas em nós mesmos. rsrsrrsrsr

Voltamos ao tema. Passei de 2000 a 2002 com dores no corpo e um peso permanente nas pernas, como naqueles dias de TPM. Findada a peregrinação a médicos, finalmente o diagnóstico: Fibromiagia, não mata, mas não tem cura. A dificuldade do diagnóstico na época era por se tratar de uma descoberta recente. Quanto ao não tem cura, questionei, pois com algumas ressalvas, acredito que podemos tudo, desde que compartilhando com a Energia Maior, Deus, ou qualquer nome que O chamamos a depender de cada crença religiosa.

Os primeiros seis meses de tratamento eu simplesmente ODIEI. Não era EU naquele processo. O remédio me topava e para sair de casa para trabalhar pela manhã eram pelo menos 3 horas de preparação, pois o corpo não respondia, não tinha vitalidade. O choro vinha fácil. Energia não mais existia. E onde eu estava nisso? Então decidi mudar de médico que entendesse meu lado de busca nas linhas alternativas e aliado a medicação tradicional eu pudesse trilhar pelo caminho da cura. Resumindo, consegui! Mudamos o remédio, reiniciei minha musculação, comecei Pilates, apliquei Reiki, fiz cromoterapia, continuei minha terapia e acima de tudo reavaliei as minhas condutas e forma de viver. Foi um período muito mergulhado em mim mesmo e no meu “self”. Tomei conta de mim, me dei dengo, fui menos exigente e tive que deixar a vida tipo “corda mais frouxa”. A família e os amigos foram de suma importância porque a carência bate e por favor deixem ela aparecer. Assumam que precisam de alguém. Este diagnóstico geralmente são para as pessoas que tem o perfil de perfeccionistas, tudo podem, exalam segurança, são simplesmente maravilhosas. Nada nos abala. Ledo engano. Somos humanos e neste processo maravilhoso é que vamos perceber que a sinfonia da não toca como imaginamos.

Apesar de um período difícil posso afirmar que é possível voltar a ter uma vida normal. Chamei, ou melhor, gritei pela minha essência de energia da vitalidade e alegria que sempre foram minha marca e junto com ela trilhei uma longa estrada e no final encontrei o sol brilhando e as flores em todo jardim. Pode parecer até poético, mas é o meu sentimento. Por isso insisto a você que está com este diagnóstico ou se conhece alguém próximo, por favor, diga que não é o final. Não se entregue. Busquem todas as alternativas, pois uma delas será sua forma de reverter seu quadro.

Há muitos anos não tomo remédios. Minha vida voltou ao normal. Muitas atividades, trabalho, criações, vida pessoal. Mas não acabou. É um processo geral de revisão de postura perante a vida. Quando eu sinto algo caminhando para o lugar que não quero voltar, recorro aos recursos básicos; uma bela massagem relaxante, um deixar para amanhã qualquer coisa, ir para casa dormir porque seu corpo está pedindo descanso, assistir uma comédia ou chamar alguém para um bate papo com muitas risadas. E assim vamos vivendo, rindo e acima de tudo, bebendo o que a vida tem de melhor, no nosso caso, nossa existência e essência. A alegria e o bom humor.

Tentar é o mínimo que podemos fazer por aquele que nos acompanhou até hoje, nós mesmos, do acordar ao adormecer. Então se trate bem e se ame MUITO!


Beijos

Postado por Luciana Corrêa      Nenhum comentário até o momento.

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