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Blog 23/07/2012Categoria(s):   Comportamento e reflexões  

Até onde somos a Fênix das nossas próprias existências?

A vida humana com seus eternos ciclos nos obriga a recriarmos e nos reinventarmos constantemente, seja através do amadurecimento, seja através das experiências a que nos dispomos a viver ou simplesmente ocorrem nas nossas existências. Algumas agradáveis, cheias de energias, brilhos e sentimento de pura realização. Porém nestes ciclos deparamo-nos com vivências que nos reviram, nos deixam sem fôlegos e porque não dizer verdadeiros tsunamis que nos invadem e quando passam e abrimos os olhos nada resta.

São momentos de grande reflexão dos valores, princípios e caminhos que optamos em seguir por livre escolha. Ao olharmos para os lados questionamentos o que aconteceu, ou mesmo o que provocamos para aquilo estar ali, presente, marcante e neste momento temos sempre as escolhas a fazer: simplesmente nada e sendo esta a escolha, NADA vamos continuar sendo. Mas a natureza humana, com sua inquestionável força da sobrevivência, muitas vezes desconhecidas por nós e nossos potencias de cura, nos impulsionam para frente, para essência da vida, do respirar, do simplesmente viver.

Nisso me faz lembrar o pássaro mitológico, a FÊNIX, a ave que ressurge das cinzas. Em breve pesquisa, encontrei no site: http://ciafenix.arteblog.com.br/254493/Fenix-passaro-mitologico-que-renasce-das-proprias-cinzas/ a seguinte descrição: “A palavra Fênix (em grego: φοῖνιξ;,transcrição: foinix) é um pássaro mitológico que quando morria entrava em auto-combustão e passado algum tempo renascia das próprias cinzas.Teria penas brilhantes, douradas e vermelho-arroxeadas. A Fênix, após erguer-se das cinzas, levava os restos do seu pai ao altar do deus Sol na cidade egípcia de Heliópolis (Cidade do Sol)...”

Então o que somos senão Fênix das nossas próprias vidas? Quantas às vezes temos que construir nossas próprias piras, entrarmos, morrermos para renascermos outro (a) e recolher as cinzas restadas, nossas próprias que são na realidade nossos restos que viraram a matriz do nosso renascimento? Um processo de dor, mergulho, diria mais, um parto sem anestesia e nos gritos dilacerantes deixamos vir como uma boa mãe aquele que irá representar uma nova existência, com mais sapiência e talvez até com mais sabedoria, pois depois da morte, do corte de ciclo virão outros momentos que olharemos para trás e não mais nos permitiremos seguir por aquele caminho, pois já saberemos o destino previsto. Isso é maturação, crescimento, morte, renascimento.

E você quantas vezes teve que entrar na pira e ser Fênix na sua existência?

Beijos


Luciana Corrêa by Vitrine Mulher

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