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Blog 11/08/2012Categoria(s):   Comportamento e reflexões  

A importância que você tem depende da pasta arquivada que você está.

A escrita, como é uma atividade solitária, às vezes nos deparamos com a necessidade real de ter aqueles mais próximos fazendo uma avaliação menos emocional e para isso contamos algumas vezes com as pessoas mais próximas e a quem confiamos uma análise do texto construído, porque escrever como processo criativo e de explosão pode não ser avaliado de forma positiva, pois cada um lê e interpreta de uma forma subjetiva.

Como os meus nascem de observações, trocas, conversas, análises de comportamentos, visão do cotidiano, este não poderia ser diferente e foi numa destas que analisei de forma simplista o que na atualidade nos transformamos: arquivos guardados em pastas.

Enviei para uma pessoa do circulo de amizades um dos textos e ávida por saber qual opinião sobre o conteúdo, recebi a resposta: ainda não tive tempo de ler e coloquei na pasta leituras para depois. Respeitando o tempo da pessoa passei a refletir e ponderar sobre pastas, arquivos, tempos e cheguei à conclusão que assim dividimos nossos círculos de relacionamentos: contatos permanentes, contatos esporádicos, não manter contato. Lógico que cada pasta tem suas sub-pastas divididas. A forma de arquivar é simples e dependem do interesse, prioridades e retornos. Os arquivos são móveis como a vida e podem ser trocados de pastas, acrescentados conteúdos ou até mesmos excluídos. Entendam que cada arquivo equivale ao nome das pessoas que estão em nossa volta, sejam na área pessoal ou profissional. A senha de acesso é sigilosa e só você pode mudar, porque a mobilidade é dada exclusivamente por você e estas trocas de pastas irão depender das nossas prioridades em relação ao arquivo acessado.

Dentro deste contexto precisamos sempre olhar os arquivos, rasgar alguns, deletar outros, renovar, reciclar, substituir. E isto resume nossos relacionamentos hoje. Talvez uma nova forma de ver os processos. A lógica de arquivos podemos dizer que são catalogados de acordo com as prioridades que colocamos nas pessoas que estão em nossa volta. O que nos cabe neste ínterim é avaliarmos onde e quando devemos colocar cada arquivo para não misturar as pastas e saber a hora que devem ser trocados para não virar bagunça, pois até os arquivos e nossas bibliotecas tem que ter uma certa ordenação pois como já diria um amigo: aqui tem diretoria!

E você acredita que podemos considerar relacionamentos interpessoais como arquivos e pastas em permanente processo de arquivamento?

Beijos

Luciana Corrêa by Vitrine Mulher

Postado por Luciana Corrêa      Uma pessoa comentou essa postagem

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